Pólo Moveleiro Orgulho
e marca de Gravatá

Móveis,
artesanato e gastronomia numa das ruas mais charmosas
de Gravatá
O Pólo Moveleiro
de Gravatá é um dos setores de grande
importância para a economia da cidade. O
estilo rústico compõe uma identidade
para a cidade, que é referência na
fabricação de móveis. A cidade
conta com um show room natural que se localiza
na rua Duarte Coelho, uma das portas de entrada
de turistas, onde ficam expostos os produtos produzidos
por diversas empresas localizadas na cidade.
Hoje, economicamente,
o setor moveleiro, ou APL (arranjo produtivo local)
de móveis, conta com cerca de 150 fabricantes,
entre pequenos, médios e grandes produtores,
movimentando cerca de R$ 1 milhão por mês.
Conta com um grande número de empregos
diretos e indiretos, estimando-se em cerca de
2,5 mil postos de trabalho na cadeia produtiva,
entre transporte, venda de matéria prima,
beneficiamento, fabricação, acabamento
e venda ao consumidor.
Hoje, a população
de Gravatá orgulha-se dos móveis
fabricados na cidade, onde os mesmos não
fazem apenas parte do cenário rústico
dos condomínios e casas de campo da cidade,
mas encontram-se espalhados por vários
cantos do Brasil, marcando presença também
em diversos países.
A indústria
de fabricação de móveis fez
de Gravatá um importante pólo do
setor no Estado. Estima-se que existam na cidade
entre 300 e 400 fábricas. A maioria funciona
com estrutura familiar, gerando cerca de 2.000
empregos. Se fabrica móveis para residências
e escritórios, porém o forte é
a fabricação de móveis em
madeira maciça nos estilos rústicos,
semi-rústicos e country.
Uma das características
do setor moveleiro é oferecer exclusividade.
"Aqui não produzimos móveis
em série. Os móveis são fabricados
ao gosto do freguês. O cliente nos procura
e desenha o tipo de móvel que deseja",
explica José Manoel da Silva, presidente
da Associação dos Fabricantes de
Móveis de Gravatá (AFMOG).
Por conta da importância
do setor moveleiro, a prefeitura urbanizou a rua
Duarte Coelho, onde concentram-se os fabricantes.
No local, em cada uma das 60 lojas, os móveis
dividem espaço com peças de decoração
e do artesanato local.
Preocupada com o
aprimoramento das peças produzidas em Gravatá,
a associação promove visitasa pólos
moveleiros de todo o país, estando sempre
presente a ventos voltados para o setor, a exemplo
da Movelsul.
Uma das lutas da
associação é buscar junto
à prefeitura e ao Sebrae a implantação
de uma escola de marceneiro, para o aperfeiçoamento
da mão-de-obra local. Com isso os fabricantes
esperam melhorar a qualidade dos produtos e ampliar
as vendas, que atualmente atendem a Recife e mercado
nordestino, chegando ao eixo Rio/São Paulo.
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